Pesquisar, criar, aprender e compartilhar: os alunos 7º ano do Ensino Fundamental II percorreram cada etapa desse processo – no dia 1º de setembro, eles compartilharam com as turmas do Maternal II (E31 e E32) parte dos conhecimentos construídos durante as pesquisas para a Feira do Conhecimento.
Os estudantes ensinaram as crianças a construir instrumentos musicais com materiais recicláveis, apresentaram diferentes sons e ritmos e colocaram em prática tudo o que aprenderam nas oficinas realizadas ao longo do ano.
Essa experiência é resultado de um percurso iniciado em maio, com oficinas sobre a música brasileira, e continuado em junho, com a construção de instrumentos como tamborim e ganzá. A primeira oficina foi o professor e maestro da Orquestra Experimental (OE) do Curso G9, João César Silva. Já a segunda atividade contou com a orientação do mestre Afonsinho Menino, idealizador e coordenador do Projeto Ylu Brazil, e de Renata Gobatti.
A Feira do Conhecimento é o maior projeto institucional do Curso G9 e envolve alunos da Educação Infantil ao 2º ano do Ensino Médio. Ao longo do ano letivo, os estudantes participam de pesquisas, discussões, aprofundamentos e vivências, culminando, no terceiro trimestre, com a exposição ao público do trabalho desenvolvido.
Nesse ano, o tema central é “Brasil pela Arte: Ato, Artefato e Artesanato”. O subtema das turmas do 7º ano, orientadas pelo professor Clóvis Fernandes, é “Brasil pela Música”.
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Turmas do 7º ano promovem oficina de instrumentos para alunos do Maternal
Alunos do Curso G9 participaram do Festival Sudeste da Criança e da Juventude, realizado na cidade de São Paulo, de 28 a 30 de agosto de 2026, nas modalidades Standard, Rápido e Blitz.
O torneio foi disputado em cinco partidas e organizado pela Rosas Eventos Esportivos e Vale+ Eventos Esportivos, em parceria com a Confederação Brasileira de Xadrez (CBX).
Nossos alunos conquistaram excelentes resultados: Iago Alkmin foi vice-campeão na categoria Sub-8 Absoluto, na modalidade Standard; Manuela Pereira Gramani Haddad foi vice-campeã na categoria Sub-6 Feminino, também na modalidade Standard; e Samuel Pereira Gramani Haddad conquistou a 8ª colocação na categoria Sub-8 Absoluto.
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Alunos são vice-campeões no Festival Sudeste da Criança e da Juventude
Os alunos do 1º ano do Ensino Médio (Turmas M11e M12) participaram de uma trilha especial ligada aos subtemas da Feira do Conhecimento 2026 do Curso G9.
A atividade foi um momento de contato, observação, troca de experiências e aprendizagem em meio à natureza.
Com orientação dos professores e da equipe pedagógica, os estudantes puderam ampliar o olhar sobre os subtemas que estão desenvolvendo para a Feira. Uma vivência que une investigação, protagonismo, convivência e construção coletiva do conhecimento.
Os alunos foram acompanhados pelas professoras Pâmela Duarte e Daniele Sinzato, coordenadoras das turmas no projeto; pelos professores Valência Conti, Alex Souza e Mateus Bibiano; pela coordenadora do Ensino Médio, professora Caroline Almeida e pelo vice-diretor Pedagógico e coordenador do projeto, professor Renato Silva.
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Alunos do Ensino Médio fazem trilha ecológica em pesquisa para Feira
Com o objetivo de estudar as características dos cordados a partir de uma perspectiva evolutiva, os alunos do 7º ano do Ensino Fundamental II (Turmas F71 e F72) foram organizados em duplas e cada uma ficou responsável por pesquisar e compreender uma característica sinapomórfica, investigando sua função e os grupos que a apresentam.
A partir das pesquisas, cada dupla preparou uma apresentação de sua característica e apresentou suas descobertas para a turma, explicando e justificando onde aquela característica deveria ser posicionada na árvore filogenética.
Ao final, todas as contribuições foram reunidas na construção coletiva de uma grande árvore filogenética dos cordados, permitindo que os estudantes visualizassem as relações de parentesco e as principais inovações evolutivas dos diferentes grupos.
O projeto foi mediado pela professora de Ciências, Vívian Martins Ribeiro.
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Turmas do 7º ano fazem Árvore Evolutiva dos Cordados
Os alunos do Ensino Médio participaram da 3ª edição do Acantonamento de Inverno do Curso G9, uma vivência especial marcada por integração, convivência e momentos de aprendizagem fora da rotina da sala de aula.
A atividade proporcionou aos estudantes uma experiência de partilha, autonomia, trabalho em equipe e fortalecimento dos vínculos, em um ambiente preparado para estimular a participação, o protagonismo e a construção de memórias significativas.
Organizado pelo professor Mateus Francisco, o acantonamento contou com o apoio das professoras Valência Conti e Eloiza Montanari. Estiveram presentes durante as atividades os professores José Renato Silva, vice-diretor pedagógicos, e Caroline Almeida, coordenadora pedagógica do Ensino Médio e do Pré-vestibular.
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Alunos do Ensino Médio participam da 3ª edição do Acantonamento de Inverno
Durante aula LEGO, os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental I (Turma F32) participaram de um desafio de montagem que envolveu a construção de uma furadeira capaz de funcionar, inicialmente, por meio de uma manivela e, posteriormente, utilizando um motor. A atividade foi mediada pela professora Jéssica Antunes Dias.
Após a construção, os alunos puderam testar o funcionamento da furadeira e observar seu desempenho na perfuração de três superfícies diferentes: papel-toalha, massinha e cartolina. Uma experiência prática e divertida que estimulou a criatividade, a investigação e a compreensão sobre movimento e funcionamento de mecanismos.
O Curso G9 inclui o material LEGO em seu planejamento pedagógico desde 2011. O projeto é uma parceria entre o Curso G9 e a Education For Life, empresa representante da Lego no país. A metodologia aplicada é a de solução de problemas: aprender fazendo, através do uso de livros específicos e de montagem e programação de robôs.
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Alunos do 3º ano do Fundamental montam furadeira em aula LEGO
Itajubá sedia, nesta semana, uma das mais tradicionais iniciativas brasileiras voltadas à formação coral. O 31º Laboratório Coral de Itajubá reúne cerca de 100 cantores de diversas regiões do país em uma programação dedicada ao aperfeiçoamento vocal, à expressão cênica e à valorização do repertório brasileiro. O evento acontece no Curso G9, parceiro do Laboratório Coral.
Os participantes chegaram ao município no domingo, dia 19, e permanecem em Itajubá até sábado, dia 25, quando será apresentado ao público um espetáculo musical elaborado ao longo da semana. A proposta articula qualidade técnica, concepção cênica e arranjos renovados de obras da música brasileira.
Realizado em Itajubá desde 1983, o evento chega à 31ª edição consolidado como espaço de encontro, formação e intercâmbio entre cantores, regentes e profissionais da área. Ao longo da programação, os coralistas desenvolvem atividades de técnica vocal, expressão corporal, ritmo e interpretação, sob orientação de especialistas reconhecidos nacionalmente.
A programação conta, ainda, com a participação de três maestros de reconhecimento nacional e internacional, responsáveis pela preparação musical do espetáculo. O repertório valoriza canções brasileiras por meio de arranjos vocais marcados pela diversidade rítmica e melódica, oferecendo ao público uma experiência artística de caráter abrangente.
De acordo com o maestro Amaury Vieira, coordenador geral do evento, a iniciativa evidencia a relevância do canto coral para a formação humana e cultural. “O significado do canto coral para a educação e cultura é muito maior do que reunir um grupo de pessoas para fazer música. No coral, trabalham-se a respiração, o relaxamento, o gesto, a palavra e a capacidade de melhorar o controle da sonoridade.”
Laboratorinho Coral
A atuação do canto coral no município também contempla o público infantil. Paralelamente ao Laboratório Coral, a organização promove o 6º Laboratorinho Coral de Itajubá, iniciativa voltada a alunos das redes pública e particular de ensino.
Para Ediléia Ribeiro Santiago, coordenadora do Laboratorinho, o projeto foi concebido para oferecer uma alternativa educativa e cultural durante o período de férias escolares. “Surgiu da necessidade de oferecer às crianças do município uma atividade no período de férias escolares, que lhes proporcionem momentos de descontração e aprendizado de novas formas de cantar e se expressar através do canto coral, visando a utilização do tempo de férias de forma proveitosa, diminuindo o tempo gasto em frente às mídias digitais”, explicou.
O Laboratorinho Coral de Itajubá é realizado pelo Laboratório Coral de Itajubá, com apoio do Curso G9 e Fupai, com a duração de uma semana, com 10 horas de atividades e contempla alunos das redes pública e particular da cidade. O repertório apresentado e trabalhado durante a semana é composto por canções de compositores locais.
SERVIÇO
Concerto dos Cantores Infantis do Laboratorinho Coral
Data: sexta-feira, 24 de julho
Horário: 18h
Local: Curso G9
Entrada franca
Espetáculo Coral com 100 Cantores Brasileiros
Data: sábado, 25 de julho
Horário: 20h
Local: Curso G9
Ingressos: Império de Empada, Óiki, Café Pereira Vilela e FUPAI
Curso G9 recebe 100 vozes de todo o Brasil no 31º Laboratório Coral
Pais, avós e responsáveis participaram de um café festivo em homenagem aos alunos medalhistas na Fase Regional dos Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG), realizada em Passos/MG.
O encontro celebrou a dedicação, o espírito esportivo e as conquistas dos nossos atletas nas modalidades Xadrez, Basquete e Vôlei de Areia. Entre os destaques, João Vitor Pedrosa conquistou a medalha de ouro no Xadrez – Módulo I Masculino, garantindo classificação para a próxima fase, em Pará de Minas.
Também foram reconhecidas as equipes de Basquete Masculino Módulo II, que disputou a medalha de bronze, e de Vôlei de Areia Masculino Módulo II, representada pela dupla Pedro e Arthur, que conquistou o bronze. l
O momento reuniu famílias, direção, coordenação, assistentes e professores em uma celebração marcada por orgulho, gratidão e reconhecimento aos estudantes que levaram o nome do G9 com compromisso e entusiasmo.
Estiveram presentes o diretor administrativo Hilson Háliz Perlingeiro; os vice-diretores José Renato Silva, pedagógico, e Letícia Carneiro, administrativo; as coordenadoras Andréa Fortes, do Ensino Fundamental II, e Caroline Almeida, do Ensino Médio e Pré-vestibular; os assistentes Ives Carneiro e Isabela Muzzo; e o professor Alex Souza, treinador do Vôlei.
G9 celebra medalhistas da Fase Regional do JEMG
As turmas do 7º ano do Ensino Fundamental II (F71 e F72) colocaram a criatividade em movimento em uma atividade prática de Arte sobre videodança. A atividade foi realizada na disciplina de Arte, com o professor André Felipe de Oliveira Andrade.
Organizados em equipes, os estudantes passaram por todas as etapas do processo criativo: planejaram suas ideias, escolheram os espaços, pensaram nos movimentos, exploraram os enquadramentos e produziram suas próprias videodanças, unindo dança, expressão corporal e linguagem audiovisual.
A atividade proporcionou o desenvolvimento da criatividade, do trabalho em equipe e do olhar artístico, mostrando que a dança pode dialogar com a câmera para contar histórias, transmitir emoções e criar novas formas de expressão.
Videodança: criatividade em movimento nas turmas do 7º ano
As turmas do 6º ano do Ensino Fundamental II (F61 e F62), orientadas pela professora Vívian Martins, colocaram a mão na massa em uma atividade ligada à Feira do Conhecimento 2026, que tem como tema “Brasil pela Arte: Ato, Artefato e Artesanato”. Os alunos estão confeccionando vasos artesanais a partir de jornais reutilizados e bexigas, utilizando a técnica da papietagem.
A papietagem é uma técnica artesanal feita com camadas de papel coladas sobre um molde, que depois de secas formam peças resistentes e cheias de possibilidades criativas. Na proposta, a bexiga serviu como base para dar forma aos vasos, enquanto o jornal ganhou novo uso, reforçando a relação entre arte, reaproveitamento de materiais e sustentabilidade.
A vivência aproximou os estudantes do fazer manual e do universo do artesanato brasileiro, valorizando o processo criativo, a experimentação, a paciência e o cuidado com cada etapa da produção.
A Feira do Conhecimento é o maior projeto institucional do Curso G9 e envolve alunos da Educação Infantil ao 2º ano do Ensino Médio. Ao longo do ano letivo, orientados pelos professores, os estudantes realizam pesquisas e aprofundamentos, participam de bancas de avaliação e também da criação da logo que divulga o evento. No terceiro trimestre, o projeto chega à sua culminância com a exposição ao público de todo o trabalho desenvolvido.
Arte, sustentabilidade e criatividade na Feira do Conhecimento 2026
Durante uma atividade de Recreação, os alunos do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental I se divertiram com brincadeiras de rua, em uma proposta conduzida pelo professor Fernando Carvalho, com apoio dos monitores Jhuan e Gisele.
Entre as atividades, os estudantes jogaram tacobol, também conhecido como bets ou bete-ombro, uma brincadeira tradicional inspirada no críquete e praticada em duplas, com tacos, bola e as famosas “casinhas”.
A vivência resgatou jogos que atravessam gerações e mostrou que brincar também é uma forma de aprender, conviver, criar estratégias e fortalecer vínculos.
As atividades extracurriculares de contraturno, uma tradição no Curso G9, foram desenvolvidas para proporcionar às crianças experiências completas que englobam aprendizagem, diversão, socialização e desenvolvimento integral em um ambiente seguro e acolhedor.
Recreação no EF I resgata brincadeiras de rua
Quando a arte encontra as memórias da turma, o aprendizado ganha novas formas, cores e significados. Dentro do projeto da Feira do Conhecimento 2026, os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental I (Turma F21), da professora Maria Teresa, mergulharam no subtema “Era uma vez... histórias feitas à mão” e descobriram o panô de parede, uma técnica artesanal que despertou curiosidade por não ser tão comum no dia a dia.
Inspirados pela proposta, eles quiseram criar um panô com as memórias da turma e conhecer de perto alguém que trabalhasse com essa arte. Foi assim que conheceram Marialva Oliveira, artesã de Pedralva, que trouxe suas obras para compartilhar com os estudantes e conduziu uma oficina usando feltro e cola.
Uma vivência sensível, criativa e cheia de significado, em sintonia com o tema geral da Feira 2026, que é “Brasil pela Arte: Ato, Artefato e Artesanato”.
A Feira do Conhecimento é o maior projeto institucional do Curso G9 e envolve alunos da Educação Infantil ao 2º ano do Ensino Médio. Ao longo do ano letivo, orientados pelos professores, os estudantes realizam pesquisas e aprofundamentos, participam de bancas de avaliação e também da criação da logo que divulga o evento. No terceiro trimestre, o projeto chega à sua culminância com a exposição ao público de todo o trabalho desenvolvido.
Alunos do 2º ano do Fundamental I participam de oficina de Panô
Alunos do Ensino Fundamental I durante atividades de Canto Coral, com o professor e maestro Vítor Emanuel de Souza Soares. Essa atividade extracurricular, que acontece no período da manhã, é aberto a todos os alunos do segmento.
O Canto Coral é um momento de vivência musical através de um repertório de qualidade, novas leituras e arranjos de canções, estimulando sempre a criatividade e a expressão
As atividades extracurriculares de contraturno, uma tradição no Curso G9, foram desenvolvidas para proporcionar às crianças experiências completas que englobam aprendizagem, diversão, socialização e desenvolvimento integral em um ambiente seguro e acolhedor.
Oficina de Canto Coral no Ensino Fundamental I
Uma tarde de autógrafos movimentou o Curso G9 em 18/03: a professora Estela Maria de Oliveira, que atuou no Curso G9 como coordenadora pedagógica por 13 anos, veio a Itajubá para lançar seu livro mais recente, “A Doutora Libanesa”. Ela foi recebida pelos diretores Giovanni Henrique Faria Floriano (Planejamento), Hilson Háliz Perlingeiro (Administrativo) e Maria Aparecida Fernandes (Pedagógico).
Participaram do evento alunos do Clube da Leitura do colégio, membros da Academia Itajubense de Letras, funcionários e professores do G9 e apaixonados por literatura.
O livro apresenta a trajetória de Dinoráh, médica mineira de origem libanesa, marcada por valores familiares, conquistas profissionais e escolhas difíceis. Apesar do reconhecimento na Medicina, sua vida foi atravessada por perdas, remorsos e desafios emocionais profundos. Na velhice, entre a fragilidade da memória e a solidão, encontra na esperança do reencontro e do perdão um novo sentido para existir.
“Escrevi essa história com a força de quem aprendeu a resistir e com a sensibilidade de quem nunca deixou de sentir; porque descobri que os corações mais feridos também são aqueles que ainda sabem amar, recomeçar e florescer”, explicou a autora.
Estela Oliveira lança livro "A Doutora Libanesa” no Curso G9
Os alunos do 6° ano do Ensino Fundamental II (Turmas F61 e F62) participaram de uma roda de conversa na disciplina de Ciências sobre o método científico e o trabalho do cientista. O convidado foi o professor Hektor Monteiro, professor pesquisador da Universidade Federal de Itajubá. Ele é doutor em Astrofísica e estuda evolução estelar com ênfase computacional.
Além de mostrar a importância do método cientifico no trabalho do cientista, o professor tirou várias dúvidas sobre astronomia, como o nascimento e a morte das estrelas e os buracos negros. A roda de conversa foi mediada pela professora Vivian Martins Ribeiro.
Os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II (Turmas F61 e F62), participaram de uma roda de conversa enriquecedora na disciplina de Ciências, com o objetivo de aprofundar os conhecimentos sobre o método científico e o trabalho desenvolvido pelos cientistas. A atividade proporcionou um momento de aprendizado, troca de ideias e aproximação dos estudantes com o universo da ciência.
O encontro contou com a presença do convidado especial Hektor Monteiro, professor pesquisador da Universidade Federal de Itajubá (Unifei). Doutor em Astrofísica, o pesquisador desenvolve estudos na área de evolução estelar, com ênfase em métodos computacionais, e compartilhou com os alunos um pouco de sua trajetória acadêmica e profissional.
Durante a roda de conversa, o professor destacou a importância do método científico como base para a construção do conhecimento, explicando de forma acessível como os cientistas formulam hipóteses, realizam pesquisas, analisam dados e chegam a conclusões. A abordagem despertou o interesse dos estudantes, que puderam compreender melhor como a ciência está presente no cotidiano e como ela contribui para o avanço da sociedade.
Além disso, diversos temas relacionados à astronomia foram discutidos ao longo do encontro. O convidado esclareceu dúvidas dos alunos sobre assuntos como o nascimento e a morte das estrelas, a formação do universo e os buracos negros, tornando conceitos complexos mais compreensíveis por meio de exemplos e explicações claras.
A atividade foi mediada pela professora Vivian Martins Ribeiro, responsável por conduzir o diálogo e incentivar a participação dos alunos, que se mostraram curiosos e envolvidos ao longo de toda a conversa.
Turmas do 6º ano participam de palestra sobre método científico
A equipe do Curso G9 brilhou na primeira etapa do Circuito Santarritense de Xadrez 2026, no último sábado (14/03). O evento, que reuniu mais de 70 atletas da região, teve o apoio da Prefeitura Municipal de Santa Rita do Sapucaí e da Escola Estadual Sinhá Moreira. O Curso G9 foi representado por sete atletas, com destaque para a aluna Manuela Pereira, campeãs em sua categoria.
“A participação dos nossos alunos foi extremamente importante, pois contribui para o acúmulo de experiências e para uma melhor preparação frente aos desafios de suas categorias em 2026”, explicou o treinador da equipe, professor Toninho Martins.
Confira os resultados:
· Manuela Pereira Gramani Haddad – 1º Lugar Sub 07 Feminino
· Julia Neves de Araújo – 3º lugar Feminino Geral
· João Vitor Oliveira de Melo Pedrosa – 2º Lugar Sub 14 Masculino
· Giovanna de Almeida Magalhaes – 2º Sub 11 Feminino
· Pamella Sabrine Dias dos Santos – 6º lugar Sub 17 Feminino
· Iago Alkimin dos Santos – 2º Lugar Sub 09 Masculino
· Samuel Pereira Gramani Haddad – 3º Lugar Sub 09 Masculino
Equipe do G9 brilha Circuito Santarritense de Xadrez