O Curso G9, de Itajubá, conquistou mais uma vez o selo “Escola Solidária”, concedido pelo Instituto Faça Parte, que conta com a parceria das seguintes instituições: MEC (Ministério da Educação), Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação), Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), OEI (Organização dos Estados Iberoamericanos) e UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância).
O projeto identifica, reconhece e fortalece as escolas brasileiras como núcleos de cidadania em suas próprias comunidades. O G9 é o único colégio particular de Itajubá e uma das 86 instituições de ensino de Minas agraciadas com o selo. Esta é a segunda vez que o G9 é reconhecido como uma escola que promove e incentiva a prática de ações voluntárias. O selo, concedido a cada dois anos, contemplou o trabalho realizado em 2010 com o Projeto 2º Passo, que promoveu ações no Lar Infantil Primeiro Passo, que abriga crianças em situação de risco social encaminhadas pelo Conselho Tutelar e/ou Juizado da Infância e Juventude. As ações socioambientais fazem parte de um projeto maior do colégio, denominado G9 Social. “Ações sociais nas entidades de Itajubá fazem parte da rotina dos alunos do Curso G9. Eles são incentivados, como proposta pedagógica, a desenvolver atividades que fortaleçam os laços de partilha entre a comunidade escolar e as demais instituições da sociedade. A decisão de participar do projeto é exclusivamente do aluno”, explica a diretora pedagógica do G9, professora Maria Aparecida Fernandes. A coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II, professora Estela Maria de Oliveira, conta que o projeto 2º Passo envolveu a participação de 400 pessoas da comunidade escolar, entre alunos, professores, pais e funcionários do G9. “A proposta do projeto surgiu a partir da sugestão de uma gincana anual realizada pelo colégio. A ideia era o desenvolvimento de ação solidária que buscasse um maior envolvimento dos alunos. Nossa meta, inicialmente, era não só a assistência à instituição carente, mas também a formação cidadã dos alunos voluntários”, conta. “Mas o projeto cresceu e se desenvolveu ao longo de 2010. Durante aquele ano, foram realizadas festas, campanhas e inauguração de uma biblioteca. Em 2011, o Curso G9 realizou uma série de ações sociais, que não foram avaliadas pelo Instituto Faça Parte – elas só o serão no próximo ano. Foram contempladas as seguintes instituições: Lar da Providência de Itajubá, projeto “Meninos do Céu” (da Igreja Presbiteriana), Centro de Apoio Nossa Senhora do Sagrado Coração (antiga Granja) e Escola Estadual Novo Tempo.
Curso G9 conquista Selo “Escola Solidária”
Pais e alunos do Curso G9 participaram, na manhã de 19 de novembro, do 2º Torneio de Xadrez promovido pelo colégio em 2011. A atividade marcou o encerramento da Oficina de Xadrez e também foi um momento de confraternização entre os presentes. Participaram do evento 32 enxadristas.
“O torneio foi uma ótima oportunidade para os alunos testarem os conhecimentos adquiridos no decorrer do ano e, principalmente, ver como se saem quando estão sob pressão, pois além da adrenalina normal envolvida em um campeonato, muitos estavam sob os olhares atentos dos pais”, diz o professor de xadrez do G9, Antônio Martins Souza Neto, mais conhecido pelos alunos como Toninho. Para ele, a realização de um torneio como esse é de suma importância para motivar ainda mais os alunos e, assim, colaborar para o surgimento de novos talentos, uma vez que vimos a qualidade dos jogos entre os alunos participantes. “A participação dos familiares também é algo que deve ser ressaltado, pois é muito importante que eles estejam cada vez mais presentes nas atividades escolares, participando, interagindo, torcendo e apoiando seus filhos”, completa. Toninho destaca ainda que a competição é, sem dúvida, um momento de treinamento prático para as competições. Neste ano, o Curso G9 teve um desempenho muito bom durante o Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar. A aluna do Curso G9, Ana Cecília Faria Floriano, ficou entre as cinco melhores atletas, na Categoria 7º ano do Ensino Fundamental II – no ranking mineiro, ela ficou em primeiro lugar. Já Mateus Silva Figueiredo ficou em terceiro lugar em Minas e 15º no Brasileiro.
Torneio de Xadrez reúne pais e alunos do Curso G9
As alunas do Curso G9, Carolina Duarte e Isabela Hinz, venceram o primeiro desafio “Empreendedor Sombra”, atividade que integrou a Semana Global de Empreendedorismo, realizada em Itajubá, entre os dias 16 e 18 de novembro. O evento acontece em todo o mundo, sempre no mês de novembro. Neste ano, houve atividades semelhantes às de Itajubá em 104 países.
“Estamos muito felizes com o resultado. Foi uma grande surpresa para nós, pois competimos com equipes fortes”, disse Isabela Hinz. “A gente sabia que nossa ideia era interessante e que conseguimos muitos acessos em nosso blog, mas ainda assim fomos surpreendidas com a premiação”, conta Carolina. Ambas são alunas do 1º ano do Ensino Médio (turma M11). Carolina se refere a um dos critérios de avaliação – o número de acesso ao blog que cada equipe participante criou para divulgar as atividades da Semana Global em Itajubá. Além disso, a comissão organizadora avaliou a criatividade no design e no conteúdo e a apresentação do trabalho ao público, em evento realizado nesta sexta-feira, 19 de novembro, no auditório da FACESM (Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Sul de Minas). A equipe vencedora construiu um blog no formato de um diário, escrito pelo personagem Evanildo – uma pessoa que tem sede de informações sobre a cultura empreendedora. “Foi uma maneira leve e legal de divulgar a semana”, diz Carolina Duarte. Ela fala ainda que, para divulgar o blog, e consequentemente a Semana Global de Empreendedorismo, recorreram a uma ação empreendedora – o sorteio de um celular às pessoas que acessassem o blog. “Assumimos riscos, mas com o prêmio recebido (R$ 500,00), metade será para pagar a compra do aparelho”, completa. “Estou surpresa com a qualidade dos trabalhos apresentados. São jovens com espírito empreendedor, que fazem a diferença”, disse a gerente da INCIT (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá), Geanete Dias Morais Batista. Ela irá receber as alunas do Curso G9 para uma visita à incubadora. “A visita faz parte do prêmio do primeiro lugar no desafio que lançamos. Durante todo o dia, elas poderão conhecer mais sobre o programa de incubação e as empresas incubadas”, explica Geanete Dias. A INCIT foi parceira da Prefeitura de Itajubá e do CVT (Centro Vocacional Tecnológico) na realização da Semana Global de Empreendedorismo, que contou com apoio do SEBRAE, SIMMMEI (Sindicato das Indústrias de Itajubá), Novo Toque Móveis, Faculdade de Medicina de Itajubá, FACESM, Unifei (Universidade Federal de Itajubá) e Superintendência Regional de Ensino. “Mais uma vez nossos alunos se destacam em eventos externos: sem dúvida, estamos semeando atitudes que transformam. O resultado reforça a visão do G9, que é empreendedor em sua área de atuação”, diz o professor Giovanni Henrique Faria Floriano, diretor de Planejamento. “Nossos alunos aprendem a ser empreendedores em todas as atividades da escola, seja em uma disciplina ou nos projetos interdisciplinares, como a Feira do Conhecimento e a Gincana”, completa a diretora pedagógica do G9, professora Maria Aparecida Fernandes. Somente neste ano, alunos do G9 se destacaram nas Olimpíadas de Matemática, Astronomia e História; no Campeonato Nacional de Xadrez; no Torneio Mineiro de Robótica; e nos Jogos Escolares de Minas Gerais. Giovanni Faria e a professora Fernandes acompanharam as atividades na FACESM. Também estiveram presentes ao evento o diretor administrativo, Hilson Háliz Perlingeiro, e a coordenadora pedagógica do Ensino Médio, professora Márcia Gil de Souza.
Equipe do Curso G9 vence Desafio Empreendedor durante a Semana Global
Banda formada por alunos do Ensino Médio do Curso G9 conquistaram os prêmios de Melhor Canção Própria e de Melhor Guitarrista Solo durante a Jornada Cultural promovida pelo Sistema de Ensino Poliedro, do qual o colégio é unidade parceira. O grupo é formado pelos alunos Vitor Curado Both (bateria), Renan Afonso Santana (guitarra base), Carolina Duarte (vocal), Gabriel Silveira Lima (contrabaixo) e André Mohallem (guitarra solo).
O evento foi realizado, em 29 de outubro, na unidade Poliedro de São José dos Campos, no Vale do Paraíba. “Para nós, promover uma Jornada Cultural como esta é uma grande satisfação. O Sistema de Ensino tem o propósito de disseminar a cultura, por isso, as modalidades disputadas só vêm a somar neste trabalho. Todos os alunos, os professores e a coordenação pedagógica estão de parabéns”, afirma o professor André Guadalupe, diretor do Sistema de Ensino. A banda “Em Cima da Hora”, do Curso G9, subiu ao palco para defender a canção “Português” que, de uma forma poética e divertida, brinca com trocadilhos da língua e os acertos e desacertos da vida, em especial, a amorosa. A letra foi tirada de um poema escrito pela aluna Carolina Duarte, da turma M11. “A composição é muito boa. O que fizemos em grupo foi adequar trechos para que houvesse uma unidade melódica na canção”, explica o professor de Música do G9, João César. Aliás, a banda se formou a partir do poema de Carolina. “Trouxe o poema para o professor, já com a melodia na cabeça. A partir daí, começamos a trabalhar o material e montar o grupo”, diz a aluna. Foram quase oito meses de ensaios. “Valeu a pena todo nosso esforço. Foi uma sensação maravilhosa sermos chamados para receber o prêmio”, conta Renan Santana, da M22. “Chegamos nervosos à apresentação final, mas, ao subir no palco, parece que a gente esqueceu tudo, do festival, e passamos a tocar como se estivéssemos em casa”, fala Vitor Curado, também da M22. O grupo ficou tão à vontade que o desempenho de André Mouhallen (M21) lhe garantiu o prêmio de Melhor Guitarrista Solo do festival. “A jornada foi muito legal porque conhecemos muita gente boa, alunos e músicos como nós, de outras cidades de Minas e São Paulo”, diz Gabriel Lima, da M21. A apresentação da banda em São José foi acompanhada por professores, funcionários e diretores do G9.
Banda do G9 conquista prêmios de Melhor Canção e Melhor Guitarrista na Jornada Cultural do Poliedro
A equipe GnORANGE, do Curso G9, conquistou a classificação para a Fase Nacional ao garantir a terceira colocação no 2º Torneio Mineiro de Robótica, realizado nos dias 29 e 30 de outubro, em Itajubá. A competição reuniu 30 equipes, de todas as regiões de Minas, no Ginásio Poliesportivo da Unifei (Universidade Federal de Itajubá). A equipe conquistou ainda, pelo segundo ano consecutivo, o título de Melhor Torcida, formada por pais, mães e amigos dos integrantes do grupo. A campeã do torneio foi a TILT, de Cachoeira de Minas. O torneio de robótica é organizado mundialmente pela ONG FIRST (For Inspiration and Recongnition of Science and Tecnhology ou Para a Inspiração e o Reconhecimento da Ciência e Tecnologia), com apoio da Lego. Em Minas Gerais, foi promovido pela AMEducação Soluções Educacionais,representante da FIRST e da Lego, em parceria com a Prefeitura de Itajubá. “Nossa equipe estava muito afinada, interagimos o tempo todo, em todas as provas. Isso, com certeza, fez toda a diferença”, disse o aluno Achilles Ribeiro, da turma M12. “O mais interessante é que conseguimos superar nossos erros com a programação do robô ao longo da competição, o que garantiu uma boa nota na disputa das missões”, completou Guilherme de Lima, da turma F81. Achilles e Guilherme foram os escolhidos pelo grupo para a disputa das Missões na arena, um dos quatro itens de avaliação. O tema deste ano – Corpo em Movimento - foram as tecnologias associadas ao corpo humano - nos dias de competição, cada time teve que programar o robô, montado a partir de peças de Lego, para percorrer uma arena no formato do corpo humano e executar tarefas. Aliás, além das Missões e do Projeto de Robô, a equipe passou por outras duas avaliações: Projeto de Pesquisa e Trabalho em Equipe. Vale destacar que todos os quatro critérios de avaliação têm peso igual, ou seja, é necessário manter a regularidade em todas as provas. Cada etapa vale 400 pontos e é considerada vencedora a equipe que obtiver a melhor média. “Valeu muito participar do torneio. Foi a melhor coisa que fiz na vida”, disse Guilherme. Amadurecimento “O torneio foi muito legal, para nós e para as crianças. Acredito que valeu até mesmo para as equipes que não se classificaram: houve, com certeza, um amadurecimento de todos, é uma experiência que será muito importante para o desenvolvimento de cada uma delas”, acredita Rosana Castro, mãe do Pedro Henrique (F51) e João (F31). Pedro Henrique fez parte da equipe GTec e João, vestido de robô, foi o mascote da turma. A outra equipe do G9 que participou da competição foi a GTEeN, que chegou à final da prova de Missões, deixando para trás outros 28 times. A vitória na arena ficou com a sensação do campeonato, duas garotas de dez anos da equipe Flip-Flop, da cidade de Formiga. “Sem dúvida, elas são muito boas”, reconheceu Rosário Digesu, pai do aluno Thales, da GTEeN. “O torneio é um momento muito bom e propício à integração dos pais, das famílias. É um momento de muita diversão, como diz um dos valores da FIRST. Acredito que cada um sairá melhor da competição – o certo é que a equipe se empenhou muito nos últimos meses”, ressaltou Rosário. No ano passado, a GTEeN disputou a Fase Nacional, em Indaiatuba (interior de São Paulo). “A gente fica nervoso, mas o jeito é esquecer que tem torcida e barulho e se concentrar na arena. Foi muito legal”, contou Felipe Kallás Silva, da GTEeN. “Com certeza, a gente aprendeu muito – são lições que vamos levar para o próximo ano”, planeja Thales. Aliás, a falta de experiência no torneio e, em especial, na arena, foi um dos motivos levantados por Rosana Castro para falar do desempenho da GTec. “Das três equipes, ela era a única formada somente por alunos que não disputaram o torneio no ano passado”, destacou a mãe. Mas o diretor de Planejamento do Curso G9, professor Giovanni Henrique Faria Floriano, acredita que a GTec foi a que mais cresceu ao longo da competição. “Percebi um alto grau de comprometimento dos representantes para que pudessem apresentar o melhor trabalho possível durante o torneio. A equipe, por ser novata, superou nossas expectativas”, explicou, ao lembrar que os outros dois times eram compostos parte por alunos que também disputaram o campeonato em 2010. “Tivemos uma ótima participação de pais de alunos das três equipes do G9. Mais uma vez teremos uma equipe representando o colégio e Itajubá na fase nacional”, disse. A etapa brasileira acontecerá em março, na cidade de São Paulo. Os cinco melhores times garantem vagas em uma das três etapas internacionais, que vão acontecer nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Confira mais fotos do evento no Álbum de Fotos do site.
Equipe do Curso G9 garante vaga na fase nacional
O Curso G9 inova ao propor um novo formato para o encontro com pais e mães dos alunos: a apresentação do musical “Inocência Perdida”, do grupo liderado por Marcílio Bastos, chocou e, ao mesmo tempo, agradou aos presentes por tratar, de maneira clara e simples, de temas comuns à adolescência – como drogas, sexualidade, festas, e redes sociais. A apresentação aconteceu, em 27 de outubro, no auditório da Faculdade de Medicina de Itajubá.
“A principio achei o musical muito forte, com uma linguagem assustadora, que não é a realidade do nosso meio; porém, parando para refletir sobre o assunto, não podemos ignorar que essas situações estão acontecendo lá fora a todo instante e que precisamos estar atentos com os nossos jovens para que não fiquem vulneráveis à droga, à prostituição e à promiscuidade”, disse a mãe Rozale Gomes. Para ela, “o musical serviu para alertar o quanto precisamos estar mais próximos dos nossos jovens, conhecer o círculo de amizades, conversar e, principalmente, saber impor limites com sabedoria e amor”, ressaltou. Esta também foi a tônica das palavras da professora Maria Aparecida Fernandes, diretora pedagógica do Curso G9, na abertura da apresentação, que reuniu, pais e mães de alunos, funcionários e professores do colégio. “A realidade retratada pelo musical não é a dos nossos alunos, mas serve de alerta a todos nós porque não somos nem vivemos em uma ilha”, disse. “Precisamos, cada vez mais, ampliar esse espaço de convivência, de troca de experiências e de debate sobre situações que, de alguma forma, podem afetar nossos jovens”, completou a professora Fernandes. Rozale Gomes também acredita nessa “parceria” pais e escola: “parabenizo toda diretoria e coordenação do G9 por esta iniciativa porque demonstra o quanto a escola está preocupada com a formação de seus alunos. Para o crescimento do aluno é muito importante este relacionamento entre pais e escola”, ressaltou. O musical “Inocência Perdida”, comdireção deMarcilio Bastos e Spencer Oliveira, foi viabilizado graças a uma parceria do grupo com a Prefeitura de Itajubá. No total, serão realizadas 15 apresentações aos alunos das escolas públicas e privadas de Itajubá. Duas delas serão para alunos do Ensino Médio e dos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental do Curso G9, nos dias 3 e 4 de dezembro, respectivamente.
Pais de alunos do G9 assistem ao musical que trata da adolescência
A Equipe Tudors I, composta por alunos do Curso G9 conquistou medalha de prata na 3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A final reuniu 300 equipes do Brasil, nos dias 15 e 16 de Outubro, no Ciclo Básico da universidade. O grupo é formado pelos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II (turma F91) Jonas de Souza Faria Floriano, Pedro Renó Gama e Juliana Sonja Nogueira sob a orientação da professora Patrícia Abbud.
Para chegar à grande final, a Tudors I passou por cinco fases classificatórias, realizadas on line: como as demais equipes participantes, responderam às questões no ambiente virtual criado pela organização da olimpíada. Somente a final foi presencial, em Campinas, na Unicamp. A ONHB envolveu, desde o início, em agosto, cerca de 65 mil estudantes brasileiros. “O resultado é excelente e demonstra que o potencial humano do Curso G9 é excepcional: nossos professores e alunos se mostraram capacitados para enfrentar grandes desafios como esse”, disse a coordenadora pedagógica do Ensino Médio, professora Márcia Gil de Souza. Ela faz questão de ressaltar o desempenho de outra equipe que foi à final - a Desbravadores I - formada pelas alunas do 2º ano do Ensino Médio (turma M22) Ana Júlia Rodrigues Tonisi, Amanda Ribeiro Ferreira e Wanessa Costa Lima. “São alunas comprometidas com o saber”, destacou. O grupo Desbravadores I chegou à final com pontuação bastante expressiva, embora não tenha conquistado medalha. “Estávamos confiantes, mas o nível das equipes participantes na final era muito bom. Valeu pela experiência”, disse a aluna Ana Júlia. Também Wanessa Lima considera a participação muito válida: “sem dúvida, irá me ajudar no momento das provas do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e dos vestibulares”, disse. Em comum, ambas querem cursar Medicina. Surpresa Já para a equipe Tudors I o resultado foi uma grande surpresa. “A gente já estava muito feliz de estar na Unicamp, disputando a final”, disse Jonas de Souza. “Preferimos não alimentar as expectativas porque fomos classificados com uma nota não muito boa e sabíamos que as equipes finalistas seriam muito fortes e preparadas”, completou Pedro Renó Gama. “Foi muito legal ganhar a medalha de prata e saber que, naquele momento, estava representando o Curso G9 e Itajubá”, ressaltou Jonas de Souza Faria Floriano. “Conhecer o fato histórico não basta, é necessário saber interpretá-lo. Esse exercício foi feito com muita competência pelos nossos alunos nesse período de estudos para a Olimpíada. Vimos que, para os alunos participantes, ‘estudar o passado’ foi relevante para compreender a identidade do povo brasileiro”, disse a coordenadora pedagógica do Ensino fundamental II, professora Estela Maria de Oliveira. “Assim, prosseguiu a professora, cada aluno constrói a sua própria história – que história brilhante! Parabéns a todos os alunos e à professora Patrícia Abbud pela dedicação, pelos estudos e vontade de vencer os desafios!”, completou. A cerimônia de entrega de medalhas aconteceu na manhã do domingo, dia 16, no Ginásio Multidisciplinar da Unicamp. Para a organização da prova, a Olimpíada Nacional em História do Brasil consolida seu papel de estimuladora não apenas do ensino de história, mas de cidadãos conscientes e críticos. A olimpíada teve as seguintes fases on line: primeira (15 de agosto), segunda (22 de agosto), terceira (29 de agosto), quarta (5 de setembro) e quinta fase (12 de setembro). Das 300 equipes finalistas, 75 foram premiadas. Foram entregues 35 medalhas de bronze, 25 medalhas de prata e 15 medalhas de ouro. Trinta e dois professores orientadores de equipes foram selecionados para participar de um Curso de capacitação para historiadores, na Unicamp, na semana posterior à final da olimpíada. A professora Patrícia Abbud esteve entre esse grupo privilegiado.
Equipe do Curso G9 é medalha de prata na Olimpíada Nacional em História do Brasil
Mães e pais de alunos do Curso G9 subiram aos palcos para encenar, em homenagem à Semana da Criança, uma adaptação da obra “O rapto das cebolinhas”, da escritora Maria Clara Machado. As apresentações aconteceram, de 13 a 15 de outubro, no auditório Albert Sabin da Faculdade de Medicina de Itajubá (FMIt). Das cinco sessões preparadas pelo grupo teatral “G9 em Cena”, duas foram destinadas aos alunos das escolas públicas de Itajubá, uma aos alunos da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental I do G9 e duas abertas ao público. Para estas apresentações, os interessados trocaram um quilo de alimento não perecível pelo ingresso. O total arrecadado, cerca de 400 quilos, foi entregue para instituições da cidade, em parceria com a Faculdade de Medicina, que cedeu o anfiteatro para o grupo. “A peça foi excelente porque os atores e atrizes prepararam o texto de forma a interagir o tempo todo com o público: as crianças adoraram”, disse a professora Elaine Aparecida Gonçalves, da Escola Municipal Theodomiro Santiago. Ela acompanhou alunos dos 2º e 3º anos da Educação Infantil. “Agora, quero trabalhar esses temas em sala de aula”, completou a professora. “O rapto das cebolinhas” conta a história de um casal de sitiantes (D. Alegris e Sr. Felício) e suas filhas que cultivam pés de cebolinhas usadas no preparo do “chá da felicidade”. Dos três pés de cebolinhas encantadas, dois são roubados logo no início da peça. Quando D. Alegris vai aguá-las pela manhã, descobre o roubo, fica aflita e chama o marido que, junto com as filhas, vai à cidade procurar um detetive – sem sucesso. Enquanto isso, o vizinho do sítio, Sr. Camaleão Alface e sua assistente Chicória Maria vão ao sítio e, ao saberem do roubo, se oferecem para ajudar a desvendar o crime. Durante a investigação, o terceiro pé de cebolinha é roubado, o que aumenta ainda mais o suspense da peça. “A peça surpreende as crianças porque tem muito humor e fala, de uma maneira bem clara, de valores cultivados pelo Curso G9, como amizade e companheirismo”, explica Cláudia Silva Rocha Emygdio, mãe de Ana Paula (F92) e Gabriel Rocha (F62), que ficou responsável pelo elenco da peça, com apoio de Cristine Almeida de Souza Brito. “Quisemos semear atitudes e, ao mesmo tempo, trabalhar um tema que estivesse relacionado com a Feira do Conhecimento deste ano, além, é claro, de ser uma homenagem pelo centenário de Maria Clara Machado”, completou. Cláudia Emygdio contou ainda que houve muita dedicação e comprometimento dos pais e mães de alunos que participaram da peça. “Até mesmo uma tia e uma prima de alunos fizeram parte do elenco”, ressaltou (confira abaixo a lista de todos os participantes). Ela se refere à Letícia Carriço Wetler (a berranteira) e sua filha Giovanna Carriço Wetler, colaborou como Formigão na bilheteria e na entrega de pirulitos às crianças. Letícia é tia dos alunos Bárbara, Eduardo e Beatriz Carriço. “É super gratificante o sorriso e a alegria que as crianças transmitem ao acompanhar o desenrolar da peça. Vale à pena, embora ainda fique um pouco nervosa”, disse Viviane Santos Carneiro Silva, mãe do aluno Diego (F61). Montar e apresentar a peça exigiu muita organização das mães e pais, que dividiram a responsabilidade para que tudo desse certo. A direção ficou com Cláudia Emygdio; a área financeira com Marta e Cláudia Souza; o cenário com Cristine, Cláudia Emygdio e Hélio; o figurino com Dorinha (que interpretou o Burro) e Eliana; e a música, com Eliana. “Na verdade, todos nós participantes de cada uma das etapas. A divisão das tarefas era apenas para centralizar determinados assuntos”, explicou Cláudia Emygdio. Confira abaixo todo o elenco: D. ALEGRIS - Kátia Duarte, mãe dos alunos Gabriel (M12) e Ana Laura (F51). FELÍCIO e GATA FLORÍPEDES - Daniel Saponara El Alam, casado com a Maria Carolina, pais de Jade (F11). FILHA VIOLETA - Viviani Santos Carneiro Silva, mãe de Diego (F61). FILHA ROSA e CAMALEÃO ALFACE - Eliana de Souza, casada com HÉLIO Alves, pais de Juan Felipe (F62). CACHORRO FIUK - Cristine Almeida de Souza Brito, mãe de Breno (F91) e Igor (F31). GALINHA - Cláudia Silva Rocha Emygdio, mãe de Ana Paula (F92) e Gabriel Rocha (F62). GALO - Rosana Marta Abacherli, mãe de Márcio Inocêncio (F41). BURRO - Auxiliadora de Fátima Lopes Neves Lemos, mãe de Helmo Lemos (F31) e Mirihan Neves (F51). D. CHICÓRIA MARIA - Claudia Margarethe de Souza, mãe de João Pedro (F41). ESPANTALHO - Marta Kallás Pinto, mãe de Karen (F81), David (F62) e Luísa (F21). DRA. ABÓBORA - Luciana Damas Rodrigues, mãe de Maria Eduarda (Jardim II) e Pedro Henrique (M11). ESPANTALHETE E ENFERMEIRA - Edilene Chiavenato Rosa Veiga, mãe de Victor Hugo (F51) ESPANTALHETE e PRIMA RICA - Elisângela Ribeiro Guerzoni, mãe de Larissa (F62). PRIMA RICA - Giovanina Rossignoli Marques Moallem, mãe de Sammy (PV), Davi (M12) e Sarah (F72). BERRANTEIRA e MOTORISTA JAMES - Letícia A. Carriço Wetler, tia dos alunos Bárbara Carriço (F62), Eduardo Carriço (F81) e Beatriz Carriço (M21).
Mães e pais do Curso G9 encenam peça infantil em comemoração à Semana da Criança
As três equipes do Curso G9 que irão disputar o 2º Torneio Mineiro de Robótica – GnORANGE, GTEeN e GTec – participaram de uma competição interna, na manhã do dia 11 de outubro. O encontro foi uma prévia do que irão encontrar no estadual, que avalia cada time em quatro quesitos: Projeto de Robô, Pesquisa, Trabalho em Equipe e Missões.
A arena para a disputa das missões entre os robôs foi montada na quadra de esportes do G9 e reuniu pais, professores e alunos do Ensino Fundamental II. A organização do torneio interno teve apoio da AMEducação Soluções Educacionais, responsável pela organização do campeonato em Minas Gerais. Durante o evento, houve apresentações musicais, dança e muita diversão. “O torneio do G9 foi maravilhoso. As equipes mostraram que já estão preparadas para o estadual”, afirmou Nilton Sérgio Joaquim, diretor da AMEducação e representante exclusivo da Lego Education. Para o diretor de Planejamento do G9, professor Giovanni Henrique Faria Floriano, o resultado da competição foi positivo do ponto de vista qualitativo: “as equipes puderam perceber as falhas e como saná-las até o campeonato estadual. É uma questão de acertar os detalhes”, explicou. Ele acredita que a presença da torcida foi outro fator importante para que as equipes pudessem “sentir o clima” da competição. O torneio estadual será realizado, pela primeira vez, em Itajubá, nos dias 29 e 30 de outubro, no Ginásio Poliesportivo da Unifei (Universidade Federal de Itajubá). Os cinco melhores classificados garantem vaga para a Fase Nacional, que deverá ser realizada na cidade de São Paulo. Na primeira edição do torneio, no ano passado, o Curso G9 participou com duas equipes - GnORANGE, GTEeN. Esta chegou a disputar a etapa nacional, realizada em Indaiatuba (SP).
Torneio interno de Robótica agita Curso G9
Cinco dias de intensas atividades recreativas, esportivas e artísticas agitaram os alunos das equipes Laranja e Preta durante a edição 2011 da Gincana do Curso G9. Os dois times também dividiram a responsabilidade do quarto quesito da competição: a Prova Solidária, que este ano beneficiou o Centro de Apoio Nossa Senhora do Sagrado Coração – antiga Granja.
A ação social dos estudantes resultou na doação de uniformes para as 83 crianças e adolescentes atendidos pela entidade. “Era o nosso sonho antigo que agora se concretiza”, disse, emocionada, a diretora da entidade, irmã Maria José Cardoso. Ela acompanhou as crianças durante visita ao G9, em 7 de outubro, quando recebeu a doação. As crianças foram recebidas com um café da manhã e participaram, durante toda a manhã, de brincadeiras e atividades organizadas pelos alunos do G9. “Eventos como esse do G9 devolve a dignidade a essas crianças, muitas com histórico familiar de dificuldades financeira, emocional e psicológica”, ressaltou irmã Maria José. “As duas equipes se uniram para arrecadar o dinheiro necessário: a gente pediu patrocínio e juntamos recursos entre nós para que o objetivo fosse atingido. É muito gratificante”, disse uma das líderes da equipe Laranja, Beatriz Carriço Maciel, da turma M21. “Mais que a competição em si, vocês puderam vivenciar o trabalho em equipe, a disputa saudável, a solidariedade e o espírito empreendedor. São valores que irão levar para a vida toda”, ressaltou a diretora pedagógica do G9, professora Maria Aparecida Fernandes. A declaração foi feita na abertura da Noite Cultural, também no dia 7, realizada no Country Clube de Itajubá. Provas As provas esportivas e recreativas da Gincana 2011 foram realizadas, entre os dias 2 e 6 de outubro, na quadra de esporte do G9. Na área de esportes, houve disputas de Futsal, Handebol, Vôlei e Futebol de Campo. Já as recreativas envolveram atividades como o “Tamancão”, Corrida do Saco, Dança das Cadeiras e Caça ao Tesouro, entre outras. Cada uma das provas envolveu alunos da Educação Infantil ao 2º ano do Ensino Médio. “Foram muitas atividades em poucos dias. Também tivemos pouco tempo para a organização da equipe e participar de todas as provas, mas valeu à pena”, disse a líder da Equipe Preta Bruna Goulart Rotella, da turma M22. “Mas houve um envolvimento muito grande de todos os alunos, fundamental para que tudo desse certo. Sem dúvida, é um aprendizado para a vida”, completou a aluna. Beatriz Carriço ressaltou ainda que o formato da Gincana permitiu a interação de todos, em especial, das crianças com os adolescentes. “Também aprendemos a lidar com os conflitos, que são naturais em um evento como esse. Mais que isso, aprendemos a superá-los”, destacou.
Gincana do Curso G9 beneficia entidade que atende crianças
A ação empreendedora dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I garantiu o sucesso da segunda edição do evento “Show de Talentos”, realizado na tarde de 11 de outubro, na quadra de esportes do Curso G9. Houve apresentações em seis categorias: Pintura, Desenho, Canto, Dança, Instrumento e Mágica, com a participação dos alunos do Jardim II ao 5º ano. O encontro integra as atividades em comemoração ao Dia da Criança, que terá ainda a apresentação de uma peça teatral organizada por pais e mães do colégio. A peça “O rapto das Cebolinhas” é uma adaptação feita da obra de Maria Clara Machado. “O show foi encantador. Quero evidenciar aqui a iniciativa dos alunos que puderam experimentar ações muito empreendedoras e colocaram em prática suas habilidades e competências para organizar todo o encontro”, disse a coordenadora pedagógica da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I, professora Nilcéia Ribeiro. Ela se refere aos alunos da comissão organizadora do “Show de Talentos”. São eles: Lara Bourdon de Souza, Luan Almeida Gonçalves Bicudo, Lucas Russo Seydell e Luiz Gustavo Carvalho Camamducaia. Eles cuidaram de cada detalhe do evento: elaboraram convite para motivar os alunos a participar do encontro e para convidar as famílias; foram em todas as salas explicar o que era o evento; e, pela primeira vez, buscaram o patrocínio de um empresário da cidade para a compra de medalhas e confecção do certificado de participação. Também ficaram responsáveis pela apresentação das atividades durante o evento. “A comissão organizadora surpreendeu desde o início, quando me procurou para dar sequência ao evento iniciado no ano passado, também organizado pelo 5º ano. Também ficamos surpresos com o empenho dos alunos participantes”, ressaltou a professora Nilcéia Ribeiro. “Trabalhamos durante dois meses para que tudo desse certo”, disse Luiz Gustavo. “Todo nosso esforço valeu a pena porque o Show de Talentos foi muito legal”, completou Lara Bourdon. Para Luan Almeida, o evento foi “diferente e divertido” e aconteceu logo depois da Gincana, que movimentou os alunos do Curso G9 na semana passada. “É um momento para gente conhecer melhor nossos colegas”, completou.
Show revela talentos da Educação Infantil e do Fundamental I
Duas partidas amistosas marcaram o encontro dos alunos do Curso G9 e do projeto social “Meninos do Céu”, mantido pela Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) do bairro da Piedade. O Futsal Solidário, promovido em 1º de outubro, teve como objetivo permitir a interação e a troca de experiências dos alunos que, em comum, gostam do esporte. As equipes do G9 venceram os dois jogos, realizados na quadra do colégio.
“Mais importante que os jogos em si é a oportunidade que nossos alunos têm de conhecer outros adolescentes, muitas vezes, de uma realidade muito diferente daquela em que vivem”, disse o professor de Educação Física do G9, Alexsandro de Souza. Alex, como é mais conhecido pelos alunos, foi o idealizador do encontro. Para ele, as partidas também permitiram avaliar o desempenho da equipe e de cada atleta do G9 que treina Futsal. “Eles gostam do esporte, treinam muito, mas sentem falta de competir”, ressaltou o professor Alex. Ele acredita que novos jogos serão realizados ainda neste semestre. O projeto “Meninos do Céu” nasceu há um ano com o objetivo de tirar as crianças das ruas, como explica Erika Silva Reis: “a gente leva a eles uma mensagem de esperança e fé, busca ajudá-los na sua formação pessoal e, quem sabe, profissional”. Ela desenvolve o projeto ao lado do marido Ronaldo Aires da Silva Júnior. “O projeto é muito bom porque é uma opção para a gente não ficar na rua, sem fazer nada”, falou o garoto Gabriel Amaro Honório, de 12 anos. O “Meninos do Céu” reúne 50 garotos, que treinam Futsal quatro vezes por semana. “Todos têm acompanhamento escolar porque nosso objetivo é complementar a formação desses jovens”, disse Erika Reis. Para a coordenadora do Ensino Fundamental II, professora Estela Maria de Oliveira, o encontro foi um sucesso porque permitiu a integração e o incentivo à prática de esportes, fundamentais para os adolescentes. Ela é uma das responsáveis pela coordenação dos projetos sociais do Curso G9.
Futsal Solidário reúne alunos do Curso G9 e adolescentes do projeto social da Piedade
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Vivenciar a experiência de perder o pai ou algum parente próximo é, sem dúvida, uma das experiências mais complexas e tristes para o ser humano. Por vezes, traumatizante. O certo é que, de algum tempo, as famílias e a sociedade não têm preparado, em especial os mais jovens, para lidar com o tema.
A opinião é da psicóloga Maria Aparecida Zaroni, especialista no assunto, que foi a convidada do Curso G9 para um bate-papo com os alunos do 2º ano do Ensino Médio, em 23 de setembro. As duas turmas – M21 e M22 – enfrentaram, no último mês, a dolorosa perda de pais e avós de quatro colegas de sala. “As turmas estavam fragilizadas, o que é natural em um momento como esse”, disse a coordenadora pedagógica do Ensino Médio, professora Márcia Gil de Souza. “Acredito que as necessidades e expectativas dos alunos foram plenamente atendidas, pois a palestrante abordou o tema de maneira leve, aberta, com uma metodologia interativa, num diálogo sincero com todos os alunos”, explicou. Márcia Gil lembrou ainda que muitos pais e alunos comentaram que a palestra ocorreu em um momento oportuno e necessário. “Encerramos a atividade com um abraço, que foi dado a quem estava próximo, verbalizando juntos duas palavras que devem permear a caminhada das duas turmas: alegria e esperança”, completou.
Psicóloga fala com alunos do 2º do Ensino Médio sobre Luto